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        <title>Localizador de Información en Salud | </title>
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   <title>Materiais médico-hospitalares chegam a Unidades de Saúde Indígena</title>
   <author>Janaina Garcia</author>
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   <description>Entre dezembro de 2020 e março de 2021, o WWF-Brasil, em parceria com a COIAB e outras instituições, realizou ações emergenciais no Sul do Amazonas para enfrentar os impactos da Covid-19 entre povos indígenas e comunidades vulneráveis, distribuindo alimentos, itens de higiene e materiais médico-hospitalares a cinco DSEIs, com potencial de beneficiar mais de 24 mil indígenas de 22 etnias. A iniciativa ocorreu no contexto do colapso do sistema de saúde no Amazonas e evidenciou tanto a alta vulnerabilidade sanitária e social dos povos indígenas quanto a importância da articulação entre organizações da sociedade civil para suprir lacunas das políticas públicas.</description>
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   <title>Vacinação contra COVID-19: Sete distritos de saúde indígena da Amazônia estão com índices muito baixos</title>
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   <description>Levantamento da COIAB, com dados até 22 de março de 2021, mostrou que sete dos 25 DSEIs da Amazônia apresentavam baixa cobertura vacinal contra a Covid-19, com destaque para Alto Rio Juruá (AC) e Yanomami (RR), que registravam baixos índices de aplicação e problemas na segunda dose. O estudo aponta dificuldades logísticas, falhas no registro de dados, desinformação e limitações iniciais do Plano Nacional de Imunização como fatores que contribuíram para a lentidão da vacinação em um contexto de alta incidência e mortalidade entre povos indígenas na região Norte.</description>
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   <title>Após pressão do movimento indígena, governo institui portaria de recriação do controle social na Saúde Indígena</title>
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   <description>Após pressão do movimento indígena e decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no contexto da pandemia de Covid-19, o Ministério da Saúde publicou a Portaria nº 3.021, em novembro de 2020, recriando os espaços de controle social da Saúde Indígena no âmbito do SasiSUS, incluindo os Conselhos Locais de Saúde Indígena (CLSIs), os Conselhos Distritais (CONDISIs) e o Fórum de Presidentes de Conselhos Distritais (FPCondisi), que estavam extintos desde abril de 2019. A medida foi resultado de articulações da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e da COIAB, e visa restabelecer a participação indígena na formulação e fiscalização das políticas públicas de saúde, especialmente diante do agravamento da pandemia nos territórios indígenas.</description>
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   <title>Povos indígenas apresentam iniciativas de proteção territorial, educação e saúde no Maranhão</title>
   <author>Isabel Babaçu</author>
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   <description>Durante o Acampamento Terra Livre de 2025, lideranças indígenas do Maranhão, organizadas pela COAPIMA, apresentaram e discutiram iniciativas voltadas à proteção territorial, educação e saúde nos povos indígenas do estado, destacando projetos como o Mosaico Gurupi, o Projeto Hämy (atenção a pacientes indígenas com câncer) e o Instituto Tukan, que propõe a criação de uma universidade indígena dentro da Terra Indígena Araribóia. As ações enfatizam o protagonismo indígena na construção de políticas próprias e no fortalecimento das comunidades, em um contexto de pressões territoriais como desmatamento, invasões e expansão do agronegócio em áreas demarcadas do Maranhão.</description>
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   <title>Organizações solicitam criação de setor específico de atenção à saúde dos povos indígenas isolados e de recente contato</title>
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   <description>Organizações da rede COIAB entregaram ao Ministério da Saúde uma carta solicitando a criação de um departamento específico dentro da SESAI para atenção à saúde dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato (PIIRC), devido às vulnerabilidades e dificuldades de acesso desses grupos aos serviços de saúde. O documento, apoiado por 13 organizações, também defende a contratação de profissionais indígenas com experiência na área e a realização de uma reunião de trabalho com a ministra da Saúde para construir uma proposta conjunta. A iniciativa destaca a urgência de fortalecer ações de proteção sanitária e territorial, especialmente diante de riscos como doenças infecciosas e aumento da aproximação de frentes de contato.</description>
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   <title>Profissionais indígenas iniciam curso de vigilância em saúde pública</title>
   <link>https://teste2023.bvsalud.org/portal-lis/lis-search/resource/?id=50482</link>
   <description>A COIAB, em parceria com a Rede ProEpi e a Força-Tarefa TiLS Covid-19, iniciou em 2021 um curso de Vigilância em Saúde Pública voltado exclusivamente para profissionais e estudantes indígenas da área da saúde, reunindo 58 participantes de 31 povos indígenas distribuídos em 13 estados brasileiros. O curso, realizado na modalidade de ensino a distância (EAD), foi criado para fortalecer a formação técnica desses profissionais, considerando suas rotinas de trabalho em territórios indígenas, e integra estratégias de capacitação para o enfrentamento da Covid-19 e outras emergências em saúde pública, promovendo a qualificação e a autonomia das ações de vigilância nas comunidades indígenas.</description>
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   <title>Ouça o Podcast “Bem-Viver: Saúde mental indígena”</title>
   <link>https://teste2023.bvsalud.org/portal-lis/lis-search/resource/?id=50483</link>
   <description>A COIAB, em parceria com o UNICEF e o Instituto Leônidas e Maria Deane (Fiocruz Amazônia), lançou o podcast “Bem-Viver: Saúde Mental Indígena”, derivado de um curso realizado entre janeiro e março de 2021 no âmbito do projeto “Povos Indígenas da Amazônia no Combate à Covid-19”. A iniciativa teve como objetivo ampliar a formação de profissionais de saúde, assistência social e educação sobre os impactos da pandemia na saúde mental dos povos indígenas, abordando temas como estratégias comunitárias de cuidado, atenção a crianças, jovens e anciãos, violências, uso de álcool e drogas e suicídio. O curso reuniu mais de 2.500 participantes de diferentes estados do Brasil e de outros países, evidenciando a relevância internacional da temática.</description>
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   <title>Projeto PIACC: cuidando da saúde mental indígena durante a pandemia</title>
   <link>https://teste2023.bvsalud.org/portal-lis/lis-search/resource/?id=50484</link>
   <description>O projeto PIACC, executado entre novembro de 2020 e abril de 2021 pela COIAB em parceria com UNICEF e Fiocruz Amazônia, desenvolveu ações voltadas à promoção da saúde mental, bem-estar e prevenção de violências entre povos indígenas da Amazônia durante a pandemia de Covid-19. A iniciativa incluiu oficinas virtuais com lideranças indígenas e jovens comunicadores, além de um curso de formação para mais de 2,5 mil profissionais da saúde e áreas correlatas, resultando na produção de materiais como podcasts, cartilhas e vídeos traduzidos para línguas indígenas. O projeto também distribuiu kits de higiene e buscou fortalecer redes de apoio comunitário e estratégias interculturais de cuidado, integrando saberes indígenas e conhecimentos científicos no enfrentamento dos impactos psicossociais da pandemia.</description>
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   <title>Ministério da Saúde registrou 103% menos mortes de indígenas da Amazônia por covid-19, mostra estudo</title>
   <link>https://teste2023.bvsalud.org/portal-lis/lis-search/resource/?id=50485</link>
   <description>Um estudo publicado na revista Frontiers revelou subnotificação nos dados oficiais da Covid-19 entre povos indígenas da Amazônia, indicando que o Ministério da Saúde registrou menos mortes e casos do que o monitoramento da COIAB. A pesquisa aponta maior vulnerabilidade indígena à pandemia, associada a dificuldades de acesso à saúde, invasões territoriais e falhas nas políticas de vacinação e registro de dados.</description>
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   <title>Lideranças indígenas do Povo Yanomami reforçam urgência de ações humanitárias em seus territórios</title>
   <author>Robson Delgado Baré</author>
   <link>https://teste2023.bvsalud.org/portal-lis/lis-search/resource/?id=50486</link>
   <description>Durante o Acampamento Terra Livre de 2025, lideranças do povo Yanomami participaram da roda de conversa “O Caso dos Yanomami: Emergência Indígena”, promovida pela COIAB, para denunciar a crise humanitária em seus territórios, agravada pela invasão de garimpo ilegal, omissão do Estado e colapso dos serviços de saúde e assistência básica. O debate destacou problemas como contaminação dos rios, aumento de doenças (como malária e pneumonia), insegurança alimentar e impactos sociais, incluindo o crescimento do consumo de álcool e drogas entre jovens. As lideranças reforçaram a necessidade urgente de políticas públicas efetivas, proteção territorial e garantia de direitos constitucionais, especialmente nas áreas de saúde e educação.</description>
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